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Corpos de PM e irmão, que desapareceram após cobrar dívida, no Rio, são encontrados

Corpos foram encontrados no Rio Paraíba do Sul

Agentes da Defesa Civil encontraram os corpos do policial militar Eliandro Fontes de Oliveira, de 35 anos, e seu irmão, João Carlos Fontes, de 30, que estavam desaparecidos desde quinta-feira. Os irmãos saíram de casa em Lages, bairro de Paracambi, na Região Metropolitana do Rio, para cobrar uma dívida em Vassouras, cidade do Sul Fluminese. Eles não informaram a amigos ou parentes de quem cobrariam a dívida e nem o valor devido.

Os corpos foram encontrados no Rio Paraíba do Sul, na altura de Vassouras. O corpo de João Carlos foi encontrado na segunda-feira. Já o de Eliandro foi encontrado nesta terça-feira, a cerca de 1km do local onde os agentes haviam encontrado o corpo do seu irmão. O policial militar, que era lotado no 28ºBPM (Volta Redonda), foi reconhecido por companheiros de trabalho a partir de uma tatuagem.
Corpos foram encontrados no Rio Paraíba do Sul
Corpos foram encontrados no Rio Paraíba do Sul Foto: Divulgação/Defesa Civil
Policiais da turma de Eliandro, conhecida como “Família 79”, participaram do trabalho de buscas, que começou na sexta-feira. Depois de fazer buscas nos municípios de Vassouras, Paracambi, Mendes e Valença, os agentes chegaram ao local exato onde estavam os corpos após terem sido avisados por pescadores da região, que disseram ter visto volumes boiando no rio que se assemelhavam a corpos.

Fonte: Jornal Extra

Policial militar e irmão desaparecem, após saírem de casa para cobrar dívida

Um policial militar e seu irmão desapareceram, na última quinta-feira, após saírem de casa em Lages, bairro de Paracambi, Região Metropolitana do Rio, para cobrar uma dívida em Vassouras, cidade do Sul Fluminense. Eliandro Fontes de Oliveira, de 35 anos, e João Carlos Fontes, de 30, não informaram a amigos ou familiares de quem cobrariam a dívida, nem o valor da mesma. O carro em que os irmãos estavam, um Fiat Strada prata de placa LUY-1221, ainda não foi encontrado.
De acordo com o sargento Romano Lomelino, que trabalha com o PM desaparecido no 28º BPM, policiais militares da turma de Eliandro estão, desde sexta-feira, fazendo buscas nos municípios de Vassouras, Paracambi, Mendes e Valença — próximos à região — para encontrar o amigo e seu irmão.
O caso está registrado na 51a DP (Paracambi).
Qualquer informação sobre o paradeiro dos irmãos, fale com o Disque Denúncia (21) 2253-1177 (Região Metropolitana) ou 0300-253-1177 (demais regiões)

Fonte: Jornal Extra

PM aumentará efetivo de policiais em bairros da Zona Norte

Comandante geral participou de audiência, na tarde desta segunda-feira, 18 de abril, da Comissão de Orçamento da Alerj

A Polícia Militar aumentará o policiamento em bairros da Zona Norte. O anúncio foi feito, na tarde desta segunda-feira, pelo comandante geral da PM, coronel Edison Duarte dos Santos, durante uma audiência pública da Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj).

“Estamos formando neste semestre 1.350 policiais militares. Vamos tentar distribuir parte desse efetivo no 41º BPM (Irajá), 9º BPM (Rocha Miranda) e 16º BPM (Olaria), onde identificamos necessidade maior de reforço na segurança pública”, disse Duarte.

O presidente da comissão, deputado Pedro Fernandes (PMDB), pediu ao comandante que o efetivo seja distribuído de acordo com o índice de criminalidade de cada região. “Não adianta encher a Zona Sul de policiais e deixar a Zona Norte abandonada. Isso precisa ser revisto”, destacou.

Além disso, durante a audiência, o parlamentar fez um histórico do orçamento da PM nos últimos oito anos e ressaltou que a verba destinada à polícia aumentou 203% nesse período. “A desculpa de não ter orçamento não condiz com o histórico apresentado. Hoje passamos por uma crise, mas ela é recente e o abandono no subúrbio sempre foi frequente. Nos últimos quatro anos, 10 mil policiais entraram para a corporação e pouquíssimos foram lotados nos batalhões da Zona Norte”, contou o deputado.

O comandante geral lembrou que a falta de efetivo na PM atinge todo o estado. Por causa da crise, 17 mil policiais que trabalhavam com Regime Adicional de Serviço (RAS) estão com os salários atrasados. O RAS é a hora extra que os PMs fazem para a própria corporação. “Perdemos, em média, 500 homens por dia”, informou Duarte, que lembrou ainda que a polícia mudou o quadro de horários da corporação e colocou agentes que atuam no setor administrativo nas ruas.

Fonte> Jornal O Dia

TJ determina pagamento integral de aposentados e pensionistas no RJ

Em caso de descumprimento, sentença prevê o arresto de R$ 1,07 bilhão.
Comissão da Alerj informou que vai analisar contas do RioPrevidência.

A Defensoria Pública obteve nesta segunda-feira, 18 de abril de 2016, uma liminar que determina o pagamento integral, em 24 horas, dos 137 mil aposentados e pensionistas do estado do Rio de Janeiro. A decisão é do juiz Felipe Pinelli, da Central de Assessoramento Fazendário do Tribunal de Justiça do Rio.

Em caso de descumprimento, a sentença prevê o arresto de quantia de R$ 1,07 bilhão nas contas bancárias dos réus – o RioPrevidência, responsável pelo pagamento dos aposentados e pensionistas e o estado. O valor é correspondente à folha de pagamento.
A Secretaria de Fazenda voltou a dizer que não há verbas para o pagamento. A Procuradoria Geral do Estado (PGE) informou que ainda vai analisar a decisão.
De acordo com o magistrado, o atraso na entrega do pagamento importaria em “diminuição indevida da remuneração, em benefício do estado, propiciando a este enriquecimento sem causa, em detrimento daqueles que lhe são mais vulneráveis – os aposentados e os pensionistas”, diz nota enviada pela assessoria do TJ.
Na decisão, o juiz questiona como aposentados e pensionistas que ganham mais de R$ 2 mil, que tiveram o pagamento atrasado pelo decreto do governo, vão pagar por remédios e médicos.
“Ora, os atingidos pelo decreto [do governo] são, na grande maioria, as pessoas mais idosas, que se encontram submissas a enfermidades que lhes diminuem a renda. Afinal, como este agente público inativo ou este pensionista custearão as suas despesas, normalmente acrescidas pela idade? Como serão capazes de manter a sua saúde, se o Estado, por meio da autarquia criada para manter o regime de previdência social, não lhes paga em data razoável, o que lhes é devido? É certo que o atraso no pagamento dos proventos e das pensões, por quase dois meses, importará na inviabilização da manutenção da existência digna dos mesmos”, escreveu na sentença.

A ação civil pública foi protocolada na noite de quinta-feira (14), com o objetivo de evitar uma enxurrada de ações individuais.
Para justificar a antecipação de tutela, o juiz destaca que “o risco de dano decorrente da demora do provimento jurisdicional é óbvio. Afinal, se todos aqueles que auferem proventos e pensões virem-se obrigados a aguardar a prolação da sentença, já terá passado tempo suficiente para tornar inútil o provimento judicial”.
Sobre a responsabilidade do RioPrevidência e do governo do estado, o magistrado lembra que o primeiro réu “é obrigado originário à manutenção do sistema previdenciário. Claro que ele tem o dever de arcar com o pagamento imediato dos preventos de aposentadorias e das pensões. Ao estado do Rio de Janeiro, compete responder solidariamente pelas obrigações assumidas pelo RioPrevidência com relação aos membros e servidores estatutários, ativos e inativos, bem como seus beneficiários.”
Comissão vai analisar contas do RioPrevidência
Nesta segunda, a Comissão de Orçamento da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj) informou que vai solicitar o plano atuarial do RioPrevidência, responsável pelo pagamento de servidores aposentados e pensionistas do estado, e analisar as contas dos anos de 2015 e 2016.
O anúncio foi feito pelo deputado Luiz Paulo (PSDB), que presidiu a audiência pública. “Quero saber qual o montante da contribuição patronal, previdenciária e a folha de aposentados e pensionistas”, disse.

Fonte G1

Do ‘Fundo’ perdido aos ‘Recrutas’ sem formação adequada

O Fundo único de Previdência Social do Estado do Rio de Janeiro – Rio Previdência, está com um passivo de R$ 40.439.226,00 (quarenta milhões, quatrocentos e trinta e nove mil, duzentos e vinte e seis reais). O que significa isso? Significa que a má administração do erário público resultou num rombo desse quilate que será suprido com o aumento de contribuições previdenciárias dos servidores públicos, nós, os servidores militares. Toda vez que arrombam o cofre do Estado, quem paga o roubo é o servidor. Se hoje o Governo não consegue honrar seus compromissos não foi por causa da má arrecadação, tenham certeza que não, nunca se arrecadou tanto quanto nos dias de hoje. O problema é de gestão: Fazer obras com orçamentos superfaturados; refazer obras abandonadas por empreiteiras; assumir compromissos que não tinham condições de assumir, como é o caso das Olimpíadas que nos farão passar vergonha internacionalmente, com obras por terminar e por falta de efetivo ‘competente’ da polícia militar. Estou mentindo? Falei algum absurdo? Estão correndo para formar novos recrutas. Não estarão prontos até as Olimpíadas. Vão colocá-los nas ruas assim mesmo, por que é o que se tem. Vão dar conta? Não, claro que não. Vão sofrer e fazer um serviço capenga, sem noção do perigo real. As turmas que estão sendo preparadas não têm nem alimentação, almoço, comida!!!! Tiveram que dispensá-los ao meio dia, quando deveriam ser dispensados às 18 horas por que não tinham rancho, comida, alimentação. Sendo assim, serão soldados formados com a metade do tempo exigido, mas vão colocá-los nas ruas assim mesmo pelo falta de contingente.

Miguel Cordeiro – Presidente da ASSINAP

PLP 257 / 2016

Estabelece o Plano de Auxílio aos Estados e ao Distrito Federal e medidas de estímulo ao reequilíbrio fiscal; altera a Lei no 9.496, de 11 de setembro de 1997, a Medida Provisória no 2.192-70, de 24 de agosto de 2001, a Lei Complementar no 148, de 25 de novembro de 2014, e a Lei Complementar nº 101, de 4 de maio de 2000; e dá outras providências.

Projeto de Lei, inteiro teor: PLP 257-2016

Abaixo link para acompanhar este projeto:

http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=2080237

Crise financeira faz PM retirar de circulação carros administrativos dos batalhões

Na foto, o aviso da limitação de 20 litros colado na bomba de combustível, enquanto um carro da Polícia Civil era abastecido na última quarta-feira

Na foto, o aviso da limitação de 20 litros colado na bomba de combustível, enquanto um carro da Polícia Civil era abastecido na última quarta-feira Foto: Extra Cidade / Urbano Erbiste/Extra/Agência O Globo

A limitação de apenas 30 litros de combustível na hora de encher os tanques dos carros da Polícia Militar, e de 20 litros para os carros da Polícia Civil, não foi o único reflexo da crise que levou o governo estadual a atrasar o pagamento de fornecedores, entre eles a BR Distribuidora, responsável por fornecer gasolina e álcool para as duas corporações.

Em nome da economia, a PM resolveu retirar de circulação os veículos utilizados no transporte de policiais encarregados dos serviços administrativos dos batalhões.

Assim , o serviço passou a ser feito a pé ou em veículos caracterizados.

— Perdemos os veículos administrativos. Todos foram lacrados e estão sem rodar — disse um oficial, que pediu para não ser identificado.

Procurada pelo EXTRA, a PM disse, em nota, que não teve seu serviço afetado por conta da economicidade de recursos. O documento diz ainda que o comando da corporação, visando atingir as metas de equilíbrio econômico e financeiro, determinou a redução na utilização de viaturas administrativas.

Na foto, uma viatura da PM parada, na tarde de quarta-feira, em frente auka cabine da Rua professora ester de Melo, em Benfica

Na foto, uma viatura da PM parada, na tarde de quarta-feira, em frente auka cabine da Rua professora ester de Melo, em Benfica Foto: Extra Cidade / Urbano Erbiste/Extra/Agência O Globo

Ontem, Miguel Cordeiro, presidente da Associação dos Ativos e Inativos da PM e dos Bombeiros, disse que vai entrar na Justiça contra a limitação de cotas de combustível.

— Vamos entrar, na terça-feira, com um mandado de segurança contra o estado. Queremos que o governo mande revogar a limitação. Com 30 litros de combustível, a atividade de segurança pública fica prejudicada, já que não é possível patrulhar grandes áreas, e a sensação de insegurança da população aumenta. Isto também pode colocar em risco a vida dos policiais. E se a gasolina acabar em meio a uma perseguição ? — indagou Miguel Cordeiro.

Também, ontem, a equipe de reportagem do EXTRA esteve mais uma vez no posto de abastecimento da Polícia Civil, que fica na Praça da Bandeira, na Zona Norte do Rio. no local, avisos que o abastecimento estava limitado a 20 litros continuavam colocados, a exemplo de anteontem, nas bombas de combustível.

Fonte: Extra

Recém-nascido abandonado é socorrido por policiais da UPP

Policiais da UPP Manguinhos socorrem recém-nascido encontrado na rua

Foto: Divulgação/UPP


Um recém-nascido foi encontrado, na tarde desta quarta-feira, na comunidade de Manguinhos, Zona Norte do Rio. Policiais da Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) Manguinhos foram procurados por um morador da comunidade, que informou ter encontrado o bebê em frente à porta de casa, na localidade conhecida como Vila Turismo, envolto em um pano sujo dentro de uma sacola.

O bebê, que ainda estava com o cordão umbilical, é um menino, pesa 2,700kg e mede 47cm. Ele foi encaminhado pelos agentes para o Hospital Federal de Bonsucesso e passa bem. A ocorrência foi registrada na 21ª DP (Bonsucesso).

Fonte: Extra

Justiça decreta prisão de PMs que forjaram auto de resistência

Diógenes dos Santos, pai de Vítor, assassinado por PMs: indenização na Justiça

Paulo Nicolella / Agência O Globo

Quase três anos depois de o motociclista Vítor Moura dos Santos, de 19 anos, ter sido perseguido e morto com um tiro na nuca ao passar sem parar por uma blitz da Polícia Militar em Honório Gurgel, na Zona Norte do Rio, o juízo da 1ª Vara Criminal da Capital bateu o martelo e decretou a prisão preventiva de quatro PMs envolvidos no crime. Lotados no 9º BPM (Rocha Miranda), os PMs Adilson Batista dos Reis, Sanzio Tavares Umbelino, Washington dos Santos Batista e Roquelane Peres Campelo são acusados de forjar um auto de resistência para encobrir o assassinato do rapaz. A vitima não tinha antecedentes criminais e estava desarmada.

Apesar disso, os PMs apresentaram uma pistola com numeração raspada, na 29ª DP (Madureira) e disseram que a arma estava com Vítor. O crime ocorreu no dia 29 de julho de 2013. No despacho da juíza Viviane Ramos de Faria, que no último dia 11 de janeiro decidiu pela decretação das prisões, a magistrada ressaltou que os policiais tentaram montar uma farsa. “…Consta dos autos que, após cometimento de crime gravíssimo, os policiais forjaram situação que justificaria suas condutas, imputando à vítima fato criminoso para se eximirem de responsabilização criminal. Não satisfeitos em terem ceifado a vida de um jovem de 19 anos, os réus entenderam por bem apresentar arma de fogo na delegacia de polícia, relatando à autoridade policial de plantão, versão de que a vítima estaria praticando roubos na localidade, juntamente com um segundo elemento”, escreveu a juíza.

O caso foi registrado pelos PMs na 29ª DP e depois avocado para Divisão de Homicídios(DH). A Polícia Civil apurou que Vítor estava sozinho na motocicleta. Ele não teria atendido a ordem de parar porque não tinha carteira nacional de habilitação. Segundo a polícia Militar, todos os quatro PMs que foram denunciados e tiveram as prisões decretadas estão atualmente presos no presídio da PM, em Niterói. Mas nem sempre foi assim. Sete meses depois da morte do motociclista, o cabo PM Adilson Batista dos Reis, que confirmou ter feito quatro disparos durante a abordagem que tirou a vida de Vítor, ainda não havia sido afastado de suas funções. No dia 11 de fevereiro e 2014, Reis se envolveu em mais um crime semelhante. Ele e outros dois policiais foram acusados de forjar um confronto ( auto de resistência) ência para encobrir as mortes dos mototaxistas Gleberson Nascimento Alves e Alan de Souza, em Rocha Miranda.

Aguardo da condenação

O motorista Diógenes Alves Santos, de 53 anos, pai de Vítor Moura, disse que aguarda apenas e condenação dos PMs envolvidos na morte do seu filho, para entrar na Justiça com um pedido de indenização contra o estado. O rapaz era único filho homem de Diógenes, que é pai ainda de duas meninas.

— Ele era o caçula. Meu coração só vai ficar aliviado quando eles forem condenados. Já falei com meu advogado. Vamos entrar com um pedido de indenização assim que sair a condenação. Meu filho foi assassinado a poucos metros da nossa casa — disse o motorista.

No dia 11 de julho de 2013, Diógenes e o filho saíram juntos de casa, mas ao cruzarem o portão da residência, tomaram direção opostas. Vítor dobrou à esquerda e foi devolver uma motocicleta para um amigo, que havia lhe emprestado o veiculo. Já o motorista dobrou à direta, e seguiu rumo ao trabalho. Depois de passar pelos policiais, Vitor foi perseguido e caiu na Rua Cauá, na esquina com Rua Turina. Os PMs alegaram que só dispararam após o rapaz ter dado um tiro. E alegaram ainda, que Vítor estava em companhia de um homem que conseguiu fugir.

Testemunham presenciaram a perseguição e garantiram que Vítor não estava armado e que estava sozinho. Após o adolescente ser atingido na nuca,uma mochila com uma arma foi colocada ao lado do seu corpo. O crime mudou para sempre a vida de Diógenes.

— minha vida mudou bastante. Fiquei depressivo e tive que fazer um tratamento médico para conseguir voltar a trabalhar —disse o motorista.

Procurada, a assessoria da Polícia Militar confirmou que os PMs envolvidos na morte de Vítor continuam presos. Ainda segundo a PM, um processo disciplinar foi aberto para investigar a conduta dos militares.

Fonte: Extra