ASSINAP

O tempo é o senhor da verdade

A ASSINAP como entidade associativa representativa da categoria, luta e sempre lutou pelas melhores condições de trabalho e de vencimentos, proventos e pensões condizentes com a função essencialíssima que exercem os militares estaduais.
Nessa luta constante, buscamos a verdadeira Justiça. Apesar de a Justiça ser o objetivo principal de todas as instituições da sociedade, muitas vezes não conseguimos separar o conceito de direito e a idéia de Justiça.
A máxima “dar a cada um, o que lhe é devido”, é interpretada por Platão como “o que convém”, não está somente no plano das relações particulares, mas dentro da estrutura do Estado. A idéia de Justiça, segundo o cito Platão, está intimamente ligada à política.
Nessa ótica, a conjugação de Direito e Justiça leva a discussões acaloradas, que desafiam a própria realidade, pois afetam até preceitos constitucionais e o Estado Democrático de Direito.

Patente só não basta. Antiguidade também é posto!
Cada detalhe de nossas vidas está afetado pela perspectiva que ocupamos. Perspectiva espacial, temporal, afetiva. Vital, enfim. Herdamos uma interpretação das coisas que nos cercam; interpretação não apenas teórica, mas também prática. Essa experiência herdada, junta-se àquela que adquirimos pessoalmente ao viver e nos permite lidar com as coisas ao redor, com aquilo que nos cerca. A experiência de vida é acumulada com os acontecimentos e fatos passados, positivos ou negativos, que nos fazem crescer, para que possamos refletir nos passos e decisões futuras a serem tomadas. “Só com uma volta à experiência da vida – e uma educação que a tenha em conta – é que poderemos resgatar o sentido da realidade da vida”, é o que ensina Sylvio R. G. Horta (Mestre da FEUSP, in A Experiência da vida – Subsolo da Filosofia).
Justamente por usar da experiência de vida acumulada, além de uma perfeita assessoria jurídica, é que a Diretoria da ASSINAP tomou posição criteriosa e cautelosa com relação aos fatos ocorridos em FEVEREIRO/2012 – taxado pela imprensa como movimento grevista. “A experiência de vida traz para entidade um conhecimento de que esse tipo de medida não vai levar a nada e no final só vai prejudicar os próprios militares”, explica Miguel Cordeiro.
Diante dos antigos acontecimentos e todas as circunstâncias, a posição da ASSINAP em agir com precaução e coerência foi resultante do fator de que uma paralisação por parte dos militares é considerada inconstitucional. Por tais razões, treze bombeiros militares que aderiram à greve foram expulsos da corporação por terem sido considerados culpados por articulação em manifestações de caráter político-partidário, nas quais incitaram ostensivamente a tropa à prática de ilícitos de natureza disciplinar e penal militar, além da adoção de conduta incompatível com a missão de bombeiro-militar, sendo eles:
– CB Alexandre Salvador de Azevedo
– CB Paulo Roberto Noronha dos Santos Júnior
– CB Andrei Carlos Azevedo dos Santos
– CB Adhemar de Queiroz Balthar Júnior
– CB Benevenuto Daciolo Fonseca dos Santos
– 3°SGT Heraldo Correia Vieira
– 3° SGT Alexandre Gomes Matias
– 3° SGT Wallace Rodrigues Chaves
– 3° SGT Harrua Leal Ayres
– 3° SGT André Manoel Pontes Matos
– 2° SGT Daniel Alves dos Santos
– 2° SGT Paulo Edson de Campos do Nascimento
– Subtenente Valdelei Duarte

Assim, ratifica a ASSINAP que continua com o seu permanente compromisso de luta por melhores ganhos e condições de trabalho dos militares estaduais e clama pela busca de uma solução negociada e pacífica, sem deixar de lado o foco na missão constitucional da segurança pública e defesa civil. “Paralisação dos militares somente acarreta no aumento de violência e criminalidade. Entendemos que o salário dos PM e BM não está condizente e é por isso que estamos sempre em busca do melhor para nossos associados e categoria”, finaliza o presidente.
Essa é a nossa resposta àqueles que não tendo condições de demonstrar um trabalho de efetivo valor e benefícios à categoria, alguns com mais tempo de existência que é a ASSINAP usam de intrigas e lançam inverdades na imprensa para camuflar sua total desatualização jurídica, a inveja e quiçá a sua incompetência.
– “Plagiando a frase do saudoso jogador Romário ‘nem chegou a seleção e já quer sentar na janela’”, alerta o presidente Miguel referindo-se as entidades que se quer atingiram a maioridade e já querem se dizer lideranças de categoria, a qual perto da ASSINAP ainda usam fraldas

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